out 312019
 

Esta conversa remete à diversos temas abordados na Rádio Pop Rock, desde o início do Programa Cafezinho.


Email do Leonardo Sato

– Fala cara, como estão as coisas aí na Austrália?
– Tudo bem, tudo ótimo. Finalmente depois de dois anos consegui comprar um computador de segunda mão e já posso ouvir as rádios aí do Brasil.
– Bacana! Tá escutando as daqui de PoA?
– Claro, a nossa preferida, a Pop Rock.
– Que tá achando?
– Muito legal! Dá para matar a saudade da terrinha!
– Sabia que ela já está completando três anos?
– Claro, ela estava apenas começando quando eu saí de Porto Alegre, há pouco tinha deixado de ser FELUSP. Lembra que ouvimos o primeiro dia da Pop Rock, quando o Fetter chegou? E o primeiro cafezinho quando eles chegaram a fazer votação para decidir se o programa continuaria ou não?
– Sim, Sim… Nós até perguntamos para os nossos colegas da escola se eles conheciam a 107 e os caras responderam que jamais haviam passado o dial do 104.1 para a direita.
– Aham.. que obra!
– Pois é. Agora não existe um só cidadão Porto Alegrense que não conheça a rádio. Até cachorro ouve. Todas as lojas ouvem. Até um ser superior como o Diego Casagrande escuta o cafezinho. ..
– E o Arthur, aquele gordinho que é a cara do Pingüim do Batman ainda está lá?
– Sim! Ele está na Europa agora tocando com o seu conjunto.
– Aquele cara é muito engraçado, ainda existe o Cafezinho???
– Sim, é um fenômeno…
– FEMÔNEMO CARA!!! Lembra da vinheta aquela.
– Bah, tu lembra disso??? E também aquela dizendo que causava dependência? Causa mesmo eu ouço até hoje. Cara, a rádio cresceu tanto… tem até uma filial em Santa Maria. Aqui até o gato do Cagê é famoso. Lembra quando fomos assistir aquele cafezinho no restaurante do Sadi? O restaurante não é mais dele parece. E no dado bier?
– Bah, naquele quase saímos no tapa por causa de um CD invendável.
– Aham, hoje em dia ninguém briga mais por CD… muito legal… Tem de hora em hora…
– Tu tens ido lá assistir o programa???
– Não podemos mais ir. Começou a ir tanta gente assistir que fecharam o estúdio.
– Que pena. Normal também, rádio tem que ser a distância para mim… mas tu ainda escreve para lá pelo menos??
– Não.
– QUÊ?!?!?! TU NÃO ESCREVE?
– É de vez em quando, não como antes. O Cafezinho ficou muito popular. Ainda é muito legal, tem uma repercussão enorme. muita gente ouve, muita gente mesmo.. por isso não podemos escrever.
– Por quê?
– Ah, os outros ouvintes reclamam que sempre os mesmo são lidos, que é panelinha.
– E ainda ganham os sapatos aqueles?
– Não existe mais isso. Era legal né? O meu tá no pé até hoje, todo furado… he he!
– Tô ligado! Lembra daquela primeira piada que mandaram? Aquela que falava sobre o passarinho que congelava e era salvo pela merda do cavalo? Que a moral da história era “quem está na merda não pia”?
– Claro.
– E aquele caras que eles chamavam de malas???
– Bah, é mesmo. estou falando tudo no plural, nós, nós, nós e nem disse quem. Eu conheci todos aqueles da antiga! Do Térence ao Semáforo, da Aline a Andréa, Tony… todo mundo!!! Até a Dona Marlene!
– CAPAZ!!! Até a Marlene? Aquela louca que ligava para lá toda alvejada???
– Ela é muito gente fina! Eu já até provei o alvejante dela. Graças a ele estou namorando, um ano já.
– Fala mais sobre isso..
– Um dia nós realizamos aquele sonhado jogo contra a Pop Rock, aquele que eu tentava marcar a anos, foi muito legal. Depois fizemos uma festa e eu fiquei com a Carol, uma das assíduas.
– Bah que bacana.. então jogaram com a rádio?
– Aham… Tivemos a idéia de fazer uma campanha do agasalho em cima desse jogo. Um sucesso. A S10 da rádio ficou lotadaça de roupas.- Tu ainda vira as noites contando quantas vezes tocam as músicas??
– Não malandro… foi só aquela vez da promoção do caça ao Oasis…. que graças a tua soneca nós não conseguimos contar certinho quantas vezes rolou o Stand by me do Oasis… E o som como tá???
– Muito afudê. É a melhor rádio do sul. Tá matadora. Daqui algum tempo vamos poder dizer que somos da geração que viu Pop Rock nascer.
– Assim como o pai falava da Continental..
– E a mana da Ipanema.
– Pois é….. deixa eu te contar da Argentina que eu conheci aqui…
– Cara, preciso desligar.
– Por quê?
– Vai começar o Cafezinho, e sabe como é… não posso ficar sem ouvir. Tchau.
– Tchau.

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